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São Gonçalo REGULAÇÃO

Com saúde local em ruínas Andréia faz apelo emocionante em prol da salvação de sua irmã pró-Rosa

O hospital local não tem suporte nem mesmo para realizar exame de imagem. O quadro da paciente está cada dia mais grave devido aos sucessivos rompimentos e crises de convulsões.

01/07/2021 09h17 Atualizada há 3 semanas
Por: São Gonçalo Agora
Hospital Municipal Professor José Maria De Magalhães Neto
Hospital Municipal Professor José Maria De Magalhães Neto

A professora Rosa Cristina Vieira da Conceição deu entrada no Hospital Municipal de São Gonçalo no último dia 16 de junho. Cinco dias depois o portal publicou um apelo de sua irmã, Andreia, que saiu de Salvador para acompanha o caso da pró-Rosa. Até esta quinta-feira, 01, segundo Andreia, nenhuma melhora, continua internada no hospital municipal, sem o acompanhamento adequado, e o pior, sem perspectiva de regulação. O caso é muito grave.

“Eu sou Andreia Vieira da Conceição. Sou irmã da paciente Rosa Cristina Vieira da Conceição que está no Hospital Municipal de São Gonçalo dos Campos desde o dia 16/06 em estado gravíssimo, teve aneurisma cerebral, aguardo uma regulação para o Hospital Geral Cleriston Andrade em Feira de Santana para fazer uma neurocirurgia. O hospital local não tem suporte nem mesmo para realizar exame de imagem. O quadro da paciente está cada dia mais grave devido aos sucessivos rompimentos e crises de convulsões. Ficou três dias com sangramento nasal, está em uso de O2. O caso é  gravíssimo e desde o dia que entrou nesse hospital que aguarda uma vaga na regulação. Estamos pedindo um socorro para a transferência dela com urgência para o Cleriston Andrade ou outro hospital que tenha suporte que ela necessita. O número da regulação é 3022812”.

Como relatado a situação é realmente gravíssima, o sistema de saúde local não melhora em nada, nem mesmo tendo um gestor médico administrando o município.

Na semana passada, Maria de Lourdes Teixeira dos Santos, moradora da localidade do Urubu, zona rural, que fazia tratamento de hemodiálise, procedimento através do qual uma máquina filtra e limpa o sangue, fazendo parte do trabalho que o rim doente não pode fazer, relatou antes de sua morte, ocorrida na noite de segunda-feira (28), que esperou no último dia 23 de junho (2021) o carro que a transportaria para mais um dia de tratamento e o mesmo não apareceu.

Uma cidade onde muitos políticos tem como degraus para a eleição a saúde, quando a população mais precisa, não tem. Abrir consultório de fechada para dizer que cuida do povo não é oferecer saúde, e sim, manter a população escrava, dependente, em débito com seu carrasco. Saúde de qualidade é o cidadão precisar de um exame ou tratamento, se dirigir até o hospital de sua cidade e sem o “jeitinho” criminoso fazer a marcação, sem humilhação, e ser bem atendido. Mas isso é prejuízo para quem precisa do povo dependente.

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