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São Gonçalo Risco de morte

Com sistema de saúde no abismo Irmã de pró-Rosa implora por regulação; "a gente já está perdendo as esperanças"

“Tentamos fazer o exame da Covid particular no sábado (19) mais o hospital não a liberou"

21/06/2021 15h31 Atualizada há 3 semanas
Por: São Gonçalo Agora
Hospital Municipal Professor José Maria De Magalhães Neto
Hospital Municipal Professor José Maria De Magalhães Neto

A famosa “Fila da Regulação”, na Bahia, tem causado muitos estragos em milhares de famílias. Chega a ser caso de CPI para se apurar a culpa por tantos óbitos já ocorridos, baianos que agonizaram até a morte enquanto esperavam o famoso “jeitinho”. Isso mesmo, “jeitinho”, pois basta procurar político A, B ou C, ou algum empresário influente e a regulação/vaga aparece. Será que temos algum Deputado Estadual capaz de resolver isso? Pois é na AL que esse “genocídio” pode ser resolvido.

Felizmente o caso de São Gonçalo dos Campos não é de óbito. Mas poderá ser, caso a paciente não consiga a tal da “regulação”.

A professora Rosa Cristina Vieira da Conceição, que tem mais de 30 anos atuando na educação, deu entrada no Hospital Municipal de São Gonçalo no último dia 16 de junho, seu quadro só piora, e, segundo sua irmã, Andréia, que saiu de Salvador para acompanha o caso da pró-Rosa o estado de saúde de sua irmã é bem grave.

De acordo com Andréia, sua irmã, que é depressiva, chegou ao hospital desacordada, ainda não passou por nenhum exame a não ser o RT-PCR, que aguarda resultado, e possivelmente pode ter sofrido um AVC.

Inicialmente pró-Rosa foi colocada no setor de Covid-19, mesmo sem a realização de um teste ou exame para detecção do vírus. Segundo Andréia, a informação que os familiares receberam foi que a irmã possivelmente estaria de Covid. Depois, devido a reclamações, falaram que o caso da paciente não era Covid e a encaminharam para uma ala normal do hospital.

Ainda de acordo com Andréia, sua irmã precisa urgente de regulação, pois precisa de exames neurológicos entre outros, e o hospital municipal não tem essa capacidade.

“Tentamos fazer o exame da Covid particular no sábado (19) mais o hospital não a liberou. Hoje (21) pela manhã ela teve sucessivas convulsões, o caso é gravíssimo, encontra-se sedada. Tentamos fazer a tomografia particular e o hospital disse que ela não tem mais condições de ser removida, precisa de regulação com urgência, a gente já está perdendo as esperanças.”

OUÇA O RELATO DE ANDRÉIA, IRMÃ DA PACIENTE

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