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COMÉRCIO VAREJISTA

Na Bahia, vendas do varejo têm variação negativa (-0,2%) de setembro para outubro

Foi um resultado pior que a média nacional (0,1%) e acompanhou as quedas nas vendas registradas em 9 das 27 unidades da Federação.

12/12/2019 09h04
Por: Sandro Araújo
Fonte: IBGE

Entre setembro e outubro, o varejo teve os melhores desempenhos no Amapá (2,4%), na Paraíba (1,9%) e em Roraima (1,7%). Por outro lado, Mato Grosso do Sul (-1,1%), Rondônia (-1,7%) e Minas Gerais (-5,2%) tiveram os piores resultados.

Apesar da retração na comparação com setembro, frente ao mesmo mês de 2018, as vendas do comércio varejista baiano seguiram avançando em outubro (3,3%). Mostraram o segundo aumento consecutivo (haviam crescido 1,7% em setembro) e o melhor resultado para um mês de outubro desde 2013 (quando o aumento havia sido de 4,3%).

Apesar de positivo, o desempenho ainda ficou aquém da média nacional (4,2%). Frente a outubro do ano passado, as vendas do varejo cresceram em 22 dos 27 estados. Amapá (22,6%), Santa Catarina (12,3%) e Amazonas (12,1%) tiveram as maiores altas, enquanto Sergipe (-0,9%), Rio Grande do Sul (-2,1%) e Rondônia (-2,5%) registraram as quedas mais intensas.

Com os resultados de outubro, as vendas do varejo baiano se mantêm em alta e aumentaram o ritmo de crescimento tanto no acumulado no ano de 2019 (1,3%) quanto no acumulado em 12 meses (1,4%). Em ambos os casos, entretanto, os indicadores continuam abaixo da média nacional (1,6% e 1,8%, respectivamente).

Vendas de combustíveis (13,7%) e vestuário (9,5%) tiveram as maiores altas e puxaram varejo baiano para cima em outubro

Em outubro, na Bahia, o volume de vendas aumentou em 4 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui os segmentos de automóveis e materiais de construção), na comparação com o mesmo mês de 2018.

Com os maiores avanços, os segmentos de combustíveis e lubrificantes (13,7%) e tecidos, vestuário e calçados (9,5%) foram também, nessa ordem, os que mais contribuíram para o resultado positivo do varejo em geral no mês, no estado.

Com o sexto aumento seguido, o setor de combustíveis vem mês a mês se recuperando, depois de pouco mais de um ano e meio de quedas ininterruptas nas vendas. Já a atividade de vestuário teve o segundo crescimento consecutivo.

Por outro lado, o segmento com maior queda nas vendas em outubro, na Bahia, foi o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-22,1%), que voltou a recuar depois de ter avançado em setembro. Dada a magnitude da retração, o setor teve o segundo maior impacto negativo no desempenho geral do varejo do estado no mês.

Só perdeu, em termos de contribuição negativa, para os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%), que, apesar da queda mais discreta, foram o segmento que mais puxou o varejo da Bahia para baixo em outubro, em razão de ter o maior peso na estrutura do comércio no estado. As vendas nos supermercados caíram pelo terceiro mês seguido.

Com aumentos nas vendas de veículos (10,2%) e material de construção (2,0%), varejo ampliado baiano avança 5,0% em outubro 19/outubro 18

Em outubro, na Bahia, o comércio varejista ampliado teve um desempenho melhor que o restrito, com altas nas vendas tanto frente a setembro (0,4%), na série com ajuste sazonal, quanto na comparação com outubro de 2018 (5,0%).

Em ambas as comparações, porém, os resultados do varejo ampliado baiano ficaram abaixo da média nacional. No Brasil, as vendas avançaram 0,8% frente a setembro e 5,6% no confronto com outubro de 2018.

O varejo ampliado engloba, além do varejo restrito, as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, para as quais não se consegue separar claramente o que é varejo do que é atacado.

Na comparação com outubro de 2018, os dois segmentos tiveram resultados positivos, sendo que as vendas do segmento de veículos (10,2%) cresceram significativamente mais que as de material de construção (2,0%).

O bom desempenho em outubro manteve as vendas do varejo ampliado baiano no positivo, com avanço de 0,8% tanto no acumulado no ano de 2019 quanto em 12 meses. No país como um todo, o varejo ampliado cresce 3,8% em ambos os indicadores.

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