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DENÚNCIA

Tráfico de drogas e prostituição tomam conta do Centro de Abastecimento de Feira de Santana

A denúncia foi feita pelo vereador Roberto Tourinho (PV) durante sessão ordinária na Cãmara Municipal de Feira

14/08/2019 17h08Atualizado há 4 dias
Por: Sandro Araújo
Fonte: Central de Polícia
Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

No uso da tribuna, na sessão ordinária desta terça-feira (13), o vereador Roberto Tourinho (PV) denunciou que o Centro de Abastecimento de Feira de Santana vive em completo estado de abandono e citou problemas de saúde pública, tráfico de drogas e até prostituição no maior entreposto comercial do interior da Bahia.

Tourinho contou que esteve visitando o local na semana passada, a convite de vendedores e comerciantes e relatou que observou muito lixo, mal cheiro, escuridão, comercialização de drogas e prostituição. De acordo com o vereador, onde deveria comercializar produtos, gerar empregos e renda para o município de Feira de Santana, o Centro de Abastecimento enfrenta até problema de saúde pública.

“A Vigilância Sanitária, eu tenho a impressão que não tem visitado o Centro de Abastecimento, porque, se a vigilância sanitária, sendo um órgão municipal, visitasse, em nome da lei, iria interditar”, declarou.

O vereador também fez denúncias sobre o jogo de azar, tráfico e até prostituição em plena luz do dia. Segundo ele, espaços são ocupados por traficantes e comerciantes são impedidos de trabalhar no local.

“O jogo, o tráfico, a droga campeia no Centro de Abastecimento e o poder público não faz absolutamente nada. Me levaram mais uma vez pra ver a parte dos fundos do centro, galpões, bancas, que estão fechadas, porque são controladas por traficantes.Isto é uma imoralidade, isto é uma vergonha para a administração municipal, que permite. Bancas não comercializadas porque o tráfico toma conta de um entreposto comercial, da importância que é o Centro de Abastecimento”, denunciou.

Tourinho também contou que presenciou mulheres fazendo programas no local e citou que homicídios vem ocorrendo no entreposto comercial, diante da falta de atenção do poder público.

“Mulheres que fazem vida no Centro de Abastecimento, vendendo o corpo, fazendo programa em plena luz do dia, em um órgão público. Será que ninguém sabe disso? Homicídios tem ocorrido, recentemente uma comerciante foi assassinada. As pessoas estão saindo do Centro de Abastecimento e a prefeitura não faz absolutamente nada”, concluiu.

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