residencial Targino Machado critica segurança pública da Bahia e atribui caos a Jaques e Rui Costa - São Gonçalo Agora

Targino Machado critica segurança pública da Bahia e atribui caos a Jaques e Rui Costa

A entrevista foi prestada nesta quarta-feira (11) ao programa "O Pulo do Gato" pela rádio São Gonçalo AM e apresentado por Sueni Silva. O deputado estadual Targino Machado (PPS) falou sobre Reforma da Previdência, Trabalhista, Saúde e Segurança Pública, onde denunciou a falta de investimento do governo do estado nesta área e denominou a Bahia uma "Terra sem Lei".

O deputado atribuiu a "insegurança pública" ao ex-governador Jaques Wagner e o atual Rui Costa, ambos (PT). De acordo com o parlamentar, o investimento aprovado para a segurança pública em 2016 foi de R$ 5.112.735 mil reais, e desse montante o governo deixou de aplicar R$ 342 milhões de reais. Para Targino se esse valor tivesse sido gasto na segurança pública no ano de 2016 poderia ter evitado inúmeras mortes de crianças vítimas da criminalidade.

Targino Machado também falou da segurança em Feira de Santana, onde citou um caso denunciado a ele após uma suposta reunião no Distrito de Humildes, que uma farmácia ao lado da Delegacia do Distrito já foi assaltada sete vezes. De acordo com o deputado "a viatura da polícia civil só fica no Distrito das 9h às 17h de segunda a sexta e somente para servir ao delegado".

Sobre São Gonçalo dos Campos de que a polícia da cidade "é uma esculhambação, já viu traficante almoçando e "a polícia parada duas horas esperando o traficante sair para tomar a boquinha". Não é a primeira vez que o parlamentar fala sobre este suposto caso. Durante a campanha eleitoral do ano passado em São Gonçalo o mesmo foi denunciado em um comício político na cidade.

Sobre a polícia local ressaltou que "a gestão do prefeito Carlos de Germano (PP) está nos 130 dias de administração, engatinhando e é preciso dar mais oportunidade ao prefeito para que ele possa conhecer mais a maquina administrativa para dar o tom e o toque de sua administração". Disse ainda que torce para que a administração dê certo e que só nos sete/oito meses poderá avaliar a gestão.



Por Sandro Araújo
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