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Exposição solar pode causar câncer de pele, o mais frequente nas pessoas

O cirurgião plástico, Dr. Alexandre Audi reforça a importância do protetor e informa que a remoção cirúrgica, muitas vezes, é a única forma de acabar com a doença 
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa de novos casos de câncer para 2016 é de 5.760 pacientes, sendo 3 mil homens e 2.670 mulheres.

“As causas para o carcinoma basocelular (CBC), o mais frequente, e o carcinoma espino-celular (CEC) estão ligadas à exposição excessiva e desprotegida ao sol. Quanto ao melanoma, o tipo mais grave e eventualmente fatal de câncer de pele, não sabemos exatamente todos os fatores que exercem influência em seu surgimento, visto que são registrados casos da doença em regiões do corpo onde não há exposição solar, como plantas dos pés, nádegas e órgãos genitais”, explica o cirurgião plástico Alexandre Audi.

O câncer de pele, depois de diagnosticado, tem na remoção cirúrgica o procedimento mais indicado. Para os tipos CBC e CEC, a cirurgia significa a cura. Em muitos casos são necessárias técnicas da cirurgia plástica para a reconstrução do defeito resultante. Já no caso do melanoma, é preciso que o tecido retirado seja analisado para verificar necessidade de tratamentos complementares. Protetor solar - “Ao sair de casa é indispensável o uso do protetor solar nas áreas expostas, mesmo em dias frios e nublados, reaplicando o produto a cada quatro horas em dias comuns e a cada uma hora em caso de sudorese excessiva ou em praias e piscinas. Também é importante que se utilize proteção nos lábios”, aconselha o cirurgião plástico Alexandre Audi.

Por Sandro Araújo/São Gonçalo Agora
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Sandro Araújo