residencial "Baixar as cordas é tendência irreversível no Carnaval", diz ACM Neto no Furdunço - São Gonçalo Agora

"Baixar as cordas é tendência irreversível no Carnaval", diz ACM Neto no Furdunço

O pré-Carnaval de Salvador não terminou neste domingo (19) com o Furdunço, na Barra. Na próxima terça-feira (21) tem mais um "esquenta" no Farol da Barra, com trio elétrico e Palco Skol, com várias de atrações gratuitas, entre elas Timbalada, Saulo e Léo Santana, em festa que começa a partir das 17h, no Morro do Gato, em Ondina. "Baixar as cordas é uma tendência irreversível do Carnaval de Salvador. Teremos cada vez mais eventos e atrações gratuitas", avaliou o prefeito ACM Neto, ao participar do Furdunço, na tarde de hoje.

"O Furdunço mesmo é um movimento que surgiu há quatro anos e foi se ampliando. Hoje, mais da metade das atrações do Carnaval também já é sem cordas", complementou ACM Neto, que estava acompanhado das filhas Marcela e Lívia, do secretário de Cultura e Turismo, Cláudio Tinoco, do presidente da Saltur, Isaac Edington, e outros dirigentes municipais. Ontem (18), ACM Neto já havia participado do Fuzuê, também na Barra, outro movimento sem cordas que levou ao pré-Carnaval tradicionais bandas de sopro, percussão e muita fantasia, inclusive com o uso de bicicletas.

Pelo Furdunço, passaram atrações como Oficina de Frevos e Dobrados, Léo Santana, Armandinho, Luciano Calazans, Flor Serena, Alexandre Leão, Bailinho de Quinta, Alex Costa e Coreto Elétrico, Quabales, Alavontê, Batifun, Amanda Santiago, Baiana System e Rafa e Pipo Marques. "Esse pré-Carnaval ajuda a cidade na medida em que o turista vem mais cedo e fica mais tempo em Salvador. Isso é excelente para nossa economia", afirmou o prefeito. Ele lembrou que o Carnaval deve movimentar R$1,5 bilhão em Salvador e gerar cerca de 250 mil empregos temporários.

Resgate - Para Armandinho, uma das atrações do Furdunço, o Carnaval de hoje é mais dedicado ao “povão” que curte a festa em sua essência. “Estamos resgatando aquilo que foi colocado por Dodô e Osmar nas ruas. Estamos resgatando o trio elétrico para aquele povo que não tinha clube – e hoje não tem camarote. É o povão de rua. São mais de um milhão de pessoas nas ruas, trazendo o Carnaval sem cordas, como a gente vem trazendo desde os tempos de Dodô e Osmar. Esse é objetivo:, fazer a animação do povão na rua. É um grande resgate que vem só engrandecer e fazer o nosso Carnaval cada vez mais do povo”, observou, entusiasmado.

Agecom
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Sandro Araújo