residencial Profissionais de saúde debatem manejo clínico e situação do H1N1 na Bahia - São Gonçalo Agora

Profissionais de saúde debatem manejo clínico e situação do H1N1 na Bahia

Medidas de proteção coletiva como a vacinação em conjunto, com iniciativas individuais como a lavagem das mãos e uso do álcool gel podem reduzir, em até 90% , a possibilidade de contaminação pela influenza. Esse foi um dos dados expostos pelo subsecretário da Saúde do Estado, o médico Roberto Badaró, durante a oficina ‘Influenza: Cenário epidemiológico, manejo clínico e medidas de prevenção e controle’.

A atividade foi realizada nesta terça-feira (1º), em Salvador, no Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM), unidade da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e referência em doenças respiratórias. Roberto Badaró explicou como ocorre a transmissão da influenza e os principais indícios da infecção pelo vírus H1N1.

Um breve histórico da doença, os sintomas e tratamento da doença, também foram abordados pelo subsecretário. “O H1N1 não é transmitido pela ingestão de carne suína”, afirmou Roberto Badaró, ao explicar um dos mitos da enfermidade que já foi conhecida por ‘gripe suína’.

Profissionais do hospital, de outras unidades assistenciais e de vigilâncias epidemiológicas puderam assistir à exposição de Roberto Badaró sobre ‘Manejo Clínico e Medidas de Prevenção e Controle da Influenza’ e também a do coordenador do Programa Estadual de Imunização, Ramon Saavedra, sobre o cenário epidemiológico da influenza na Bahia.

Durante a apresentação, Ramon Saavedra apontou que, na Bahia, em 2016, até o dia 23 de maio foram confirmados 87 casos de H1N1. Desses, 18 foram a óbito. A maior concentração dos casos está em Salvador, com 30 confirmações e cinco óbitos. Ele ainda ressaltou a campanha de vacinação contra a influenza, quando foram aplicadas cerca de 2,5 milhões de doses.

Fonte: Ascom/Sesab
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Sandro Araújo