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Saulo Cazumba sofre acidente de carro na 'estrada do feijão'

O acidente aconteceu por volta das 7:30 da manhã desta sexta-feira (25/07), na estrada do feijão, entre os municípios de Mundo Novo e Pouso Feliz, sentido Feira de Santana a Irecê. Saulo de Tarso Cazumba, natural de São Gonçalo dos Campos e atualmente morador de Feira de Santana, corretor de imóveis, historiador e economista, conduzia um veículo Renault Sandero de cor parta, placa OUP-7801 licença de Feira de Santana.

De acordo com Saulo, que estava acompanhado de sua sogra e uma irmã dela, o veículo rodou na pista após passar por um buraco, capotou e bateu em um barranco à beira da estrada. O socorro foi prestado pelo proprietário de uma fazenda próxima ao local do acidente, que colocou as vítimas em uma Saveiro e seguiu com destino a cidade de Mundo Novo, porém não puderam ser atendidos devido as condições do hospital da cidade. O atendimento só pode ser realizado na cidade de Morro do Chapéu, onde só conseguiram tirar radiografias e aferição de pressão. Por muita sorte Saulo sofreu apenas uma leve pancada na cabeça e sua sogra uma pancada no quadril. Contudo foram bem atendidos, liberados, e passam bem.

De acordo com um patrulheiro da Polícia Rodoviária Federal, do Morro do Chapéu, "diante da gravidade do acidente, os três ocupantes nasceram novamente, pois se não estivessem fazendo o uso dos cintos de segurança, teriam morrido, exatamente porque os airbegs do veículo não funcionaram.

"Quando o veículo sofre um grande impacto, como neste caso, vários sensores dispostos em suas partes estratégicas (frontal, traseiro, lateral direito, lateral esquerdo, atrás dos bancos do passageiro e motorista, tipo cortina no forro interno da cabina) são acionados, emitindo sinais para uma unidade de controle, que por sua vez verifica qual sensor foi atingido e assim aciona o airbag que seja mais adequado. Os airbags são um adicional ao cinto de segurança em reduzir a chance de que a cabeça e a parte superior do corpo de um ocupante bata em alguma parte no interior do veículo. Eles também ajudam a reduzir o risco de lesões graves, distribuindo as forças da batida mais uniformemente ao longo do corpo do ocupante".

Ainda de acordo com Saulo, o veículo está na garantia e com todas as revisões em dia. Em contato com a seguradora, obteve a informação de que "ele [Saulo] tem todo o direito de acionar juridicamente a montadora "Ronault" porque se trata de um equipamento de segurança obrigatório, que vem no veículo desde sua montagem, e essa falha não poderia acontecer".

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São Gonçalo Agora/Sandro Araújo
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