residencial Desperdício de energia gera prejuízo no fim do mês aos Sangonçalenses - São Gonçalo Agora

Desperdício de energia gera prejuízo no fim do mês aos Sangonçalenses

Avenida Ferroviária e Rua Prof. Dionísio Assunção (Guará)
Há cerca de 20 dias a reportagem do São Gonçalo Agora vem fiscalizando o desperdício de energia elétrica no município de São Gonçalo dos Campos. Tudo começou após um leitor do SGAGORA enviar uma denúncia via Facebook, alertando que “diversas lâmpadas da iluminação pública desta cidade iluminam mais durante o dia que a noite”.
Denúncia enviada via chat do Facebook
Durante esses 20 dias percorremos por diversas ruas e bairros, onde podemos constatar a veracidade da denúncia. Nos horários entre 10 e 16 horas, encontramos não só postes com lâmpadas acesas, como também, iluminação de praças. Quem trabalha com a iluminação pública parece não ter noção do que está fazendo. Em alguns lugares, à noite por exemplo, não existe iluminação suficiente e, onde existe, iluminam durante a noite e o dia.

Locais onde identificamos o problema

Casas Populares, Cruzeiro, Rua Prof. Dionísio Assunção, Praças Juca Pedreira, Bandeira e Bráulio Seixas, Rua do Boqueirão, Avenida Ferroviária, Pavuna, Av. Antonio Muniz, Rua do Calambaixo, Sete Portas, Murilo Leite entre outros. Nesses locais, a iluminação pública, parcialmente, funciona durante 24 horas.
Praças Juca Pedreira

 Você paga a CIP?

CIP (Contribuição de Iluminação Pública)

Neste recibo, o usuário pagou R$ 7,29 de CIP
Não é apenas em São Gonçalo dos Campos que se paga a CIP (Contribuição de Iluminação Pública), e sim em todo o Brasil. A CIP é a antiga TIP (Taxa de Iluminação Pública), criada na década de 80 com base no art. 145, II, da CF e no art. 77 do CTN. Após os municípios perderem grande fatia de arrecadação com a extinção da TIP, pressionaram o Poder Constituinte Derivado, para, através de Emenda Constitucional (EC n.° 39/2002), autorizar constitucionalmente a criação da CIP, contribuição para o custeio da iluminação pública dos municípios.

Para a população resta apenas cumprir a Lei e pagar o imposto. O que não pode acontecer é o desperdício e prejuízos para quem economiza de tudo dentro de casa. O trabalhador assalariado.
São Gonçalo Agora/Sandro Araújo
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Sandro Araújo