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Comunidade Legal: Audiência Pública renova as esperanças na comunidade do Urubu

Durante a Audiência Pública realizada na manhã desta quinta-feira (17) na localidade do Urubu em São Gonçalo dos Campos, a delegada Cristiane Oliveira, titular da DT de São Gonçalo, aproveitou o seu momento de participação na audiência para fazer importantes colocações a respeito das ações da polícia civil na cidade.

Segundo a delegada, a PC de São Gonçalo vem desempenhando um trabalho pautado exclusivamente na elucidação de crimes na cidade, e acrescenta: “Não cabe a PC as rondas nos bairros, infelizmente o efetivo policial em São Gonçalo e em muitas cidades do País é bastante inferior à sua população, o que dificulta muito os trabalhos das policias, mas mesmo com essas dificuldades a PC de São Gonçalo vem fazendo o máximo pela segurança pública do município”.

Ouça a delegada (Cristiane Oliveira)



Outras Audiências Públicas deste tipo serão realizadas em diversas comunidades do município de São Gonçalo dos Campos.

Laíse de Araújo Carneiro (Promotora)
Foto Erivaldo Oliveira
De acordo com a promotora Laíse de Araújo Carneiro, a ideia do projeto Comunidade Legal, do Ministério Publico, é convocar as autoridades do município e juntas (Ministério Publico e autoridades) realizar na comunidade escolhida uma Audiência Pública, no intuito de detectar os reais problemas da localidade e fazer com que as autoridades façam valer todos os direitos, todos os serviços públicos, independente da localidade.

A comunidade do Urubu foi escolhida como ponto de partida das audiências, pelas inúmeras denuncias à promotoria com relação à marginalidade, alcoolismo envolvendo menores de idade, drogas e a carência da comunidade devido à ausência dos direitos essenciais do cidadão como: saúde, educação, saneamento e etc.

Segundo a promotora, “é preciso que ações no campo da saúde, educação, esporte, assistência social sejam realizados dentro da comunidade, para que, esses moradores não precisem se deslocar em busca desses serviços. Caso não seja possível a disponibilização desses serviços, o município tem por obrigação conceder meios de acesso, para que esses moradores sejam beneficiados por aquilo que lhes é de direito”. O município tem o prazo de 30 dias para se organizar e viabilizar essas mudanças.

Ouça a promotora (Laíse de Araújo Carneiro)

São Gonçalo Agora/Sandro Araújo
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Sandro Araújo